10 das melhores praias de Moçambique

10 das melhores praias de Moçambique – Artigo Completo

 

Como prometido é devido, segue o nosso artigo completo com 10 das melhores praias deste paraíso chamado Moçambique.

 

Escolhemos as 10 Melhores Praias de Moçambique. Os critérios de escolha basearam-se no equilíbrio ambiental e na beleza da paisagem. Sem qualquer outra ordem que a geográfi ca (de sul para norte) elas são: Ponta Malongane, Milibangalala, Farol (Inhaca), Zongoene, Baía dos Cocos, Morrungulo, Pomene, Sailfish Bay (Bazaruto), Medjumbe e Vamizi.

 

Ponta Malongane

 

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Ponta Malongane é, sem dúvida, a praia mais bonita da área adjacente à Ponta do Ouro, com ela contrastando pela serenidade do seu ambiente, pela preservação da sua vegetação.

 

Como chegar: Saindo de Maputo pelo ferry até Catembe, siga em direcção a Bela Vista em 40 km de picada (crie oportunidade de entrar na vila, limpa e bem desenhada, e almoce no restaurante da Quinta da Mila, de Emília dos Santos, com vista para o rio Maputo). Depois, são mais 18 km, agora de asfalto, para chegar a Salamanga. Uns quantos quilómetros à frente passa a entrada da Reserva dos Elefantes. Continue até chegar a verdadeiras trilhas de areia. Vá escolhendo as mais batidas sem se afastar dos postes dos fios de telefone até Zitundo, onde encontrará a indicação de virar à esquerda para Ponta Malongane. Mais uma dezena de quilómetros, por entre lagoas espectaculares, chega à entrada de um lodge sobranceiro à praia.
Uma outra opção é sair em direcção a Boane e, antes de entrar na vila, voltar à esquerda sobre uma passagem de nível de caminho-de-ferro. Uma picada de terra vermelha, em bom estado, leva-o até Bela Vista. Depois é o mesmo percurso. Esta volta por Boane evita o ferry mas aumenta em cerca de 60 quilómetros a distância Maputo – Ponta Malongane.

 

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Onde ficar: O lodge de Ponta Malongane é um lugar interessante para repousar num dos seus bungalows. Possui restaurante e piscina. E a praia logo à vista…

 

Milibangalala

 

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Situada nos limites marítimos da Reserva dos Elefantes de Maputo, Milibangalala atrai pelo seu ar deserto e selvagem. Longe de tudo. Espera por um grande empreendimento turístico que só tem cabimento ser autorizado se for à dimensão da sua grandeza

 

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Como chegar: Pode utilizar qualquer das alternativas possíveis para Ponta Malongana. Quer por Catembe quer por Boane, passará obrigatoriamente ao lado da Bela Vista, por Salamanga e pela entrada da Reserva dos Elefantes. Prossiga com atenção para reparar numa estreita picada à esquerda que, em 35 km, o leva ao litoral. Está dentro da Reserva Especial dos Elefantes de Maputo e poderá ver hipopótamos e crocodilos nas lagoas Piti, pequena e grande, e na Tintim, antes do paraíso de Milibangalala. Como já sugerimos um almoço na Bela Vista, quando da passagem para Ponta Malangana, fi ca agora o conselho de uma visita a um templo hindu ao cruzar Salamanga. É o mais bonito de Moçambique

 

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Onde ficar: Pode fazer campismo em campos próprios, junto à praia e com instalações sanitárias. Uns quilómetros antes, terá encontrado indicações para o lodge comunitário Gala que pode solucionar a acomodação. Isto, se não quiser regressar a Maputo no mesmo dia.

 

Farol (Inhaca)

 

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Batidas pelo oceano, as areias da praia do Farol são de um visual forte para quem desce dos altos da ilha da Inhaca. Naquelas ondas que se desfazem em espuma branca aventuram-se pescadores tradicionais e os bem-aventurados turistas que as descobrem.

 

Como chegar: O Grupo Pestana pode encarregar-se de o levar até à praia do Farol com os transportes terrestres de que dispõe na ilha. Para a Inhaca pode ir de avião cujas reservas podem ser feitas no Hotel Rovuma, em Maputo, que em 10 minutos o levará lá. Há também ligações de barco para a ilha, saindo do cais dos ferries em Maputo, com a viagem a demorar uma hora. Informações e reservas pelo telefone +258 21305000.

 

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Onde ficar: O Hotel da Inhaca, do Grupo Pestana, é a melhor opção hoteleira. Bonito desde a sua primitiva construção, vem tendo sucessivos melhoramentos que o tornaram muito agradável. O restaurante do hotel é bom e serve tanto hóspedes como visitantes.

 

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Zongoene

 

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Na margem direita da foz do Limpopo desenham-se inúmeras enseadas e línguas de areia num percurso que nos transporta a fabulosas dunas frente ao mar aberto, numa praia imensa. O acesso recomendável é pelo complexo turístico aí existente, onde pode alugar motinhas 4×4 e seguir os experientes guias.
Uma pequena picada pode ser utilizada pelo seu 4×4 para se aproximar do fabuloso cenário

 

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Como chegar: Saia de Maputo pela Nacional 1 em direcção ao Xai Xai. Em Chicumbane está sinalizada a entrada para a picada de terra batida que, numa trintena de quilómetros, o levará a um antigo mas bem conservado farol. Pouco mais à frente encontrará o complexo turístico e o desvio para o mar

 

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Onde ficar: O Complexo Turístico de Zongoene é excelente e dispõe de bungalows para duas,quatro e seis pessoas. O acolhimento e o restaurante estão numa construção em que as boas madeiras predominam. O serviço tem tido altos e baixos, mas está agora numa boa fase.

 

Baía dos Cocos

 

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Felizmente, nos arredores da cidade de Inhambane ainda há zonas de qualidade junto ao mar, que contrastam com as degradadas praias do Tofo e Tofinho (que em outros tempos foram referência) onde as construções nascem como cogumelos, sem dignidade, perante a incúria de quem devia estar atento e parece não estar. Escapam a este atropelo alguns hotéis da Barra, com destaque para o Palafita Flamingo Bay, e os lodges sobranceiros à Baía dos Cocos. Que beleza de areal banhado por cálidas e azuladas águas! Os barcos de pesca desportiva e mergulho são muitos, sem atrapalhar o sossego de quem quiser ficar na sua. A bela praia é imensa

 

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Como chegar: A Nacional 1, espinha dorsal do país que até ao rio Save pouco se afasta do mar, percorre quase 400 quilómetros até ao desvio asfaltado para a cidade de Inhambane. Rode dezena e meia de quilómetros e logo vê indicações, à direita, de uns quantos lodges. Entre na picada, que o mar não está longe

 

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Onde ficar: São vários os lodges a disponibilizarem casas e bungalows, espalhando-se pelas praias e baías circundantes. Há muita escolha com dignidade e conforto. O restaurante do lodge Guinjata Bay é uma referência para excelentes refeições.

 

Morrungulo

 

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Se imaginar um promontório sobre um extenso e verde palmar, do qual se destaca um areal de mais de uma centena de metros até ao oceano, está em Morrungulo. A paisagem é única

 

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Como chegar: A Nacional 1 leva-o até Massinga em quinhentos e cinquenta quilómetros. Uns quantos mais ao norte, e surge à direita uma picada que o levará, numa meia hora, até Murrongulo. Dará por estar a chegar quando, à sua esquerda, deparar com um poste que, em letreiros de estreitas tábuas, lhe anuncia “pão quente” em dezena e meia de línguas…

 

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Onde ficar: Pode instalar-se num parque de campismo com o seu próprio material ou utilizar o alojamento em casas disponíveis em regime de self-catering. Estará no meio de acolhedor palmar com o mar na sua frente. A zona é propícia para a pesca, e muitos concursos desportivos são disputados com dezenas de embarcações sul-africanas, cujos pescadores chegam a ficar uma semana.

 

Pomene

 

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Com o hotel em ruínas, e à espera de quem o reconstrua, proliferam pequenas pousadas, verdadeiras casas de hóspedes, pertencentes a estrangeiros e alguns nacionais que, a exemplo do Tofo e do Tofinho, descaracterizaram uma zona que já foi nobre. Mesmo assim, aquela praia, em forma de grande enseada, inebria só com o olhar.

 

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Como chegar: Ainda na Nacional 1, direcção ao norte, entre Massinga e Vilanculos, mas já depois da saída para Morrungulo, existe uma picada à direita que é o caminho certo.

 

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Onde ficar: Muitas são as acomodações possíveis, pois grande e variada é a oferta.

 

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Sailfish Bay (Bazaruto)

 

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Sailfish Bay é uma enseada que tem o seu actual nome por ser tomada como lugar excelente para a pesca do veleiro, cujos troféus são procurados pelos pescadores desportivos. A praia é magnífi ca, merecendo ser considerada a melhor de todo o arquipélago de Bazaruto e uma das dez melhores desta nossa costa do Índico

 

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Como chegar: A ilha do Bazaruto tem acessos por mar e pelo ar a partir de Vilanculos e Inhassoro. A MEX/LAM voa directamente de Maputo e Joanesburgo para Vilanculos. Para os transfers até à ilha, a Rani e o Grupo Pestana tem várias opções. A Sailfish Bay está situada na costa exterior da ilha do Bazaruto. Os transportes de qualquer dos dois hotéis o levarão até lá. Tente um passeio de barco à volta da ilha e a “descoberta” dessa exclusiva praia não mais abandonará suas retinas.

 

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Onde ficar: Dois complexos turísticos de nível “cinco estrelas” estão instalados em Bazaruto. O mais antigo é explorado pelo Grupo Pestana e acaba de receber melhoramentos enormes. A Rani Resorts situou o seu empreendimento, o Indigo Bay, em lugar morfologicamente bem diferente e divide uma clientela endinheirada com o Pestana Lodge

 

Medjumbe

 

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Medjumbe é uma das ilhas do arquipélago das Quirimbas escolhida pela Rani Resorts para instalar um lodge de luxo. A praia é soberba. Ao vislumbrá-la recordamos versos de Maurice Ferraudy cantados por Elis Regina: “Sonhos mais lindo, sonhei”… “Poema divino, cheio de esplendor”… “És fascinação, Amor!”…

 

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Como chegar: Os escritórios do Grupo em Maputo ou em Pemba, no Pemba Beach Hotel, tratarão do seu transfere, de barco ou meio aéreo, a partir da capital de Cabo Delgado. Informações e reservas pelos telefones +271 14674277, em Joanesburgo, e +258 21301618, em Maputo.

 

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Onde ficar: No complexo da Rani Resorts, um cinco estrelas numa ilha quase deserta

 

Vamizi

 

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No norte das Quirimbas, uma outra ilha surpreende pela beleza das suas praias: Vamizi. As areias e as águas, do azul ao esverdeado, que se estendem desde o heliporto até ao super luxuoso complexo, são únicas. Bem ao norte, não muito distante da foz do Rovuma, Vamizi foi uma das praias por nós escolhidas entre as dez melhores de Moçambique.

 

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Como chegar: Os proprietários do lodge farão o transporte em avião próprio, um TA250 de nove lugares, mais o do piloto, a partir de Pemba.

 

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Onde ficar: No complexo Vamizi, talvez o mais exclusivo do país. A propriedade é de um consórcio liderado pelo advogado e empresário Óscar Monteiro. Reservas pelo e-mail: [email protected]